quarta-feira, 20 de maio de 2009

Joel 2, 1-11 - O DIA DO SENHOR

Tocai a trombeta em Sião, dai o alarme em minha santa montanha.
Tremam os cidadãos do país, pois o dia do SENHOR está chegando, está perto.
Será dia de trevas e escuridão, dia de nuvens e negrume.
Como o clarão da aurora, um exército numeroso e forte vai se estendendo pelas montanhas. Exército igual a esse nunca houve e, por muitas gerações, jamais haverá.
À frente dele vai um fogo que devora, atrás dele, uma chama que incendeia. Antes dele o país é um jardim do paraíso, depois dele é um deserto arrasado. Nada escapa!
Parecem cavalaria, avançam como animais de combate.
Seu ruído é o de carros de guerra pulando pelas serras, estalando como chama que devora a palha, como exército poderoso em ordem de batalha.
Diante deles, os povos se apavoram, ficam todos pálidos de medo.
Eles avançam como soldados valorosos, como guerreiros escalam as muralhas, cada um segue em frente seu caminho, sem se desviar da sua fileira.
Ninguém empurra o vizinho e, seguindo cada qual a própria rota, vão em frente sem parar enfrentando os projéteis.
Invadem a cidade, correm por cima das muralhas, sobem às casas, entram pelas janelas como ladrões.
Sua presença sacode a terra, balança o céu, encobre o sol e a lua e apaga o brilho das estrelas.
O SENHOR faz ouvir sua voz à frente do seu exército. Seus batalhões são os mais numerosos, são valentes os que executam o mandado de Deus. Sim! É grandioso o dia do SENHOR! E terrível também! Quem poderá resistir?

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