O amor que fracassa quando não se vê correspondido não é livre, já que depende do amor de outro. Portanto, tem apenas interesse, confundindo-se com o egoísmo.
Esse amor exige reciprocidade. A generosidade desinteressada atinge a sua plenitude no amor aos nossos inimigos. Por isso o perdão é um do perfeito, e nele brilha a liberdade do amor.
O amor aos nosso inimigos é o ponto máximo do cristianismo.
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