Então, os judeus começaram a murmurar contra Jesus, porque ele dissera: "Eu sou o pão que desceu do céu". Diziam: "Este não é Jesus, o filho de José? Não conhecemos nós o seu pai e sua mãe? Como pode, então, dizer que desceu do céu?" Jesus respondeu: "Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrair. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas: aquele que escutou o ensinamento o Pai e o aprendeu vem a mim. Ninguém jamais viu o Pai, a não ser aquele que vem de junto de Deus: este viu o Pai. Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê, tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Os vossos paos comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Aqui está o pão que desce do céu, para que não morra quem dele comer. "Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo". ________________________________________________
Pão é uma realidade elementar. Símbolo da vida. Como o povo no deserto reclamou pela falta de alimento, agora os líderes do povo murmuram contra Jesus porque ele se apresenta como "pão". Jesus não pode ser aceito segundo os critérios humanos. Só pode ser compreendido aos olhos da fé e´pela escuta de sua Palavra. "Eu sou o pão descido do céu". Jesus é o pão que alimenta a verdadeira fida. Comungar, comendo do "pão do céu", é acolher Jesus em sua realidade divina e humana, dom de Deus para a salvação da humanidade. O pão que desceu do céu é alimento pela fé que suscita, pela esperança que nos anima a caminhar, no amor que impulsiona nossa prática solidária. Ele é força para o caminho, o sustento na passagem deste mundo para o Reino definitivo do Pai.
Nenhum comentário:
Postar um comentário